07/12/12

Hombre!



Isto é maravilhoso.

Ainda dizem que de Espanha não-sei-quê, coiso...


Sacado ali ao Malomil.

Todo o preconceito

Este filme tinha (tem?) tudo para eu não gostar:



(Olhem-me só esta cena!... Credo, que desgraça!...)



Tudo.
[Actores bonitinhos, o Jude Law (actores bonitinhos), a outra dos dentes cerrados, o remake...]


Mas eis que vi isto:




E estou que não me aguento.
Aquela coisa dos cenários, o Teatro, as passagens, as cenas em exterior de acordo com a personagem... ah!
Criar mundos, isso sim, interessa-me.


Normalmente vou lá pelos actores, pelo trabalho de personagem.
Pontualmente vou pelo realizador.
Desta vez sou capaz de ir pela promessa de espectáculo.

30/11/12

Não minta, não minta!



O video bonito, aqui.

Disto não me canso.

"Ninguém chega aos 38 anos assim acabado."
Chega, chega. Chego eu.

E como estive para ir ao lançamento do disco, e queria ir, e não fui, optei por não ir.
Como imagino um sem número de coisas para fazer, quando posso fazê-las, e opto pelo nada.
Ouço música no carro e em casa opto pelo silêncio (hoje é excepção!).
O silêncio, o silêncio. Como "melhor do que o silêncio só João".

Como corria e me esforçava por tudo e já não esforço, não acredito no esforço. Não nesse esforço, o que contraria a natureza, as naturezas.

O cansaço, o cansaço.

Como aprendi a dizer não.
Como aprendi a querer lealdade.
Como aprendi a exigir dormir.
E a exigir tempo para mim.

Como punha o amor à frente de tudo e já não ponho. E como logo se vê que não vale a pena quando te deixam sozinha na rua perto da uma da manhã porque não garantiste sexo (e corres para apanhar o último metro).

Os prazeres simples que prefiro. Como não fazer nada. Como ler um livro, como ficar comigo.

Como já dei para esse peditório. E o outro e o outro.

Como sempre me movi por paixões.
Como tenho um enorme sentido do dever.
E como aprendi o sentido de direito.

Como aprendi a precisar de tão pouco e a gostar.

E foram 21. 7 e 7 são 14, com mais sete, 21.

E como houve o bom e o mau e nada disto se explica.
E há quem nunca vá perceber e eu não quero saber.

Tudo isto seria outro texto não fora o cansaço e eu estar a viver o que estou a viver.

Hoje foi mais um dia de pegar em mim, arrancar-me do chão com violência e chocalhar.
Mas cada vez caem menos cacos.

E foi dia.


Houve mais, no outro blog.

29/11/12

Quem?





Que isto é vergonhoso, é. Que ultrapassa em tudo o que é expectável, sim.
Propinas no Ensino Obrigatório?!
Taxas moderadoras na Educação?
Ultrapassa todos os limites da não-ficção... e da ficção também.
O que não deveria nem surpreender perante alguém que comete logo um erro crasso, do ponto de vista conceptual. A partir daí só pode estar tudo perdido.

"(...)um sistema de financiamento mais repartido entre o que pagam os cidadãos e a parte fiscal, que é paga pelo Estado.”

O Estado? E Quem é o Estado?
Acaso estará o Sr. Primeiro Ministro a sugerir, aos mais distraídos, que é o Governo que paga alguma coisa?
O Estado somos todos. Os contribuintes que pagam impostos e as suas contribuições para a Segurança Social, para que exista um Estado Social que garanta o acesso ao Ensino, à Saúde, etc., etc.. Portanto, o que o sr. Primeiro Ministro propõe é que os contribuintes que já pagam (o ensino não é "gratuito", é pago por todos, por nós, que somos o Estado) o ensino, paguem outra vez quando pretendem dele fazer uso.
Paguem a dobrar, como já está a acontecer na Saúde.

E mais flagrante ainda, neste caso, já que o ensino é obrigatório, é suposto ser utilizado por todos, servir todos, numa determinada fase da vida. De geração em geração.

MDMMD

Mais do mesmo mas diferente.



Outra vez a sobreposição de imagens, o antes e o depois. O conceito não é novo.

De onde esta veio há mais mas só esta me impressionou (até porque, esteticamente, as outras não me convenceram).


Shawn Clover, imagens de San Francisco após o terremoto de 1906 e agora.

MMSM



Maddie meets SwissMiss! :)

Depois da Dunham com a Tavi, o acontecimento mais importante.