Via FYD.
06/12/12
03/12/12
01/12/12
30/11/12
Não minta, não minta!
O video bonito, aqui.
Disto não me canso.
"Ninguém chega aos 38 anos assim acabado."
Chega, chega. Chego eu.
E como estive para ir ao lançamento do disco, e queria ir, e não fui, optei por não ir.
Como imagino um sem número de coisas para fazer, quando posso fazê-las, e opto pelo nada.
Ouço música no carro e em casa opto pelo silêncio (hoje é excepção!).
O silêncio, o silêncio. Como "melhor do que o silêncio só João".
Como corria e me esforçava por tudo e já não esforço, não acredito no esforço. Não nesse esforço, o que contraria a natureza, as naturezas.
O cansaço, o cansaço.
Como aprendi a dizer não.
Como aprendi a querer lealdade.
Como aprendi a exigir dormir.
E a exigir tempo para mim.
Como punha o amor à frente de tudo e já não ponho. E como logo se vê que não vale a pena quando te deixam sozinha na rua perto da uma da manhã porque não garantiste sexo (e corres para apanhar o último metro).
Os prazeres simples que prefiro. Como não fazer nada. Como ler um livro, como ficar comigo.
Como já dei para esse peditório. E o outro e o outro.
Como sempre me movi por paixões.
Como tenho um enorme sentido do dever.
E como aprendi o sentido de direito.
Como aprendi a precisar de tão pouco e a gostar.
E foram 21. 7 e 7 são 14, com mais sete, 21.
E como houve o bom e o mau e nada disto se explica.
E há quem nunca vá perceber e eu não quero saber.
Tudo isto seria outro texto não fora o cansaço e eu estar a viver o que estou a viver.
Hoje foi mais um dia de pegar em mim, arrancar-me do chão com violência e chocalhar.
Mas cada vez caem menos cacos.
E foi dia.
Houve mais, no outro blog.
29/11/12
Quem?
Que isto é vergonhoso, é. Que ultrapassa em tudo o que é expectável, sim.
Propinas no Ensino Obrigatório?!
Taxas moderadoras na Educação?
Ultrapassa todos os limites da não-ficção... e da ficção também.
O que não deveria nem surpreender perante alguém que comete logo um erro crasso, do ponto de vista conceptual. A partir daí só pode estar tudo perdido.
"(...)um sistema de financiamento mais repartido entre o que pagam os cidadãos e a parte fiscal, que é paga pelo Estado.”
O Estado? E Quem é o Estado?
Acaso estará o Sr. Primeiro Ministro a sugerir, aos mais distraídos, que é o Governo que paga alguma coisa?
O Estado somos todos. Os contribuintes que pagam impostos e as suas contribuições para a Segurança Social, para que exista um Estado Social que garanta o acesso ao Ensino, à Saúde, etc., etc.. Portanto, o que o sr. Primeiro Ministro propõe é que os contribuintes que já pagam (o ensino não é "gratuito", é pago por todos, por nós, que somos o Estado) o ensino, paguem outra vez quando pretendem dele fazer uso.
Paguem a dobrar, como já está a acontecer na Saúde.
E mais flagrante ainda, neste caso, já que o ensino é obrigatório, é suposto ser utilizado por todos, servir todos, numa determinada fase da vida. De geração em geração.
MDMMD
Mais do mesmo mas diferente.
Outra vez a sobreposição de imagens, o antes e o depois. O conceito não é novo.
De onde esta veio há mais mas só esta me impressionou (até porque, esteticamente, as outras não me convenceram).
Shawn Clover, imagens de San Francisco após o terremoto de 1906 e agora.
28/11/12
HMMM
(Há Malta Muita Marada)
O resultado é impressionante, nevertheless. Graficamente apelativo e divertido.
Não?
"BODIES IN URBAN SPACES by the Cie Willi Dorner is a temporarily intervention in diversified urban architectonical environment. The intention of Bodies in urban spaces is to point out the urban functional structure and to uncover the restricted movement possibilities and behaviour as well as rules and limitations.
By placing the bodies in selected spots the interventions provoke a thinking process and produce irritation."
Ok?
Ok.
26/11/12
25/11/12
21/11/12
19/11/12
Não resisto.
Pum, pum! Estás morto!
O gato.
Outro gato.
Um cão,
outro gato,
um golfinho :) !
Outro cão,
mais um gato,
e nada mau, este pastor alemão...
Agora...
os hamsters!!
Isto é intensidade dramática.
Não conseguirei explicar
a graça que teve quando ela (4), hoje de manhã, a o ouvir os primeiros gemidos do Anda Comigo Ver a porra dOs Aviões, se virou para a irmã e perguntou, assim do nada (que eu estava a conter-me para não censurar os gostos da criança, até porque acho que, no limite, a música está mesmo adequada para aquela idade e não posso ser tão castradora):
- Não podes com esta?
... "não podes com esta"??!!... Ahahahahahah!
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